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Passei a semana da Páscoa com a minha família, lá no interior do Rio Grande do Sul, na Serra Gaúcha. E alguns desses dias passei no sítio da nossa família. Registrei um dia típico de lá, quando toda a família está reunida, avó, tios e primos. Colhendo kiwis, tomatinhos, vagens, abóboras, alface, rúcula, pimentas e alecrim. E no final do dia a família inteira se reuniu para dar uma geral na horta do meu tio. A recompensa foi uma fornada de pão no forno a lenha que ele faz tão bem. Nada mais gratificante.

Sempre tive o privilégio de viver uma vida meio urbana meio rural quando morava no sul, com um contato muito próximo com a terra. Depois de mudar para São Paulo, cada vez que vou pra lá, passar um tempo no sítio é quase necessário.

Recentemente li um livro do jornalista Michael Pollan chamado Em Defesa da Comida, onde ele faz um manifesto em defesa da comida de verdade. Com dicas muito claras como “Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida” ou “Evite comidas contendo ingredientes cujo nome você não possa pronunciar”  e ainda “Não coma nada que não possa um dia apodrecer”. Indico esse livro pra todo mundo!

Nesse último ano, desde que comecei o blog, isso tudo faz cada vez mais sentido pra mim. A diferença da relação que você passa a ter com a comida e com o ato de preparar seu próprio alimento é incrível e sempre gratificante. Se você não tem o privilégio de poder viver a vida do campo de vez em quando, pelo menos tente se relacionar mais de perto com os ingredientes e com a comida que você consome. Vale a pena 🙂

Dia de Sítio

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